-

Nem a
minha novela escapou do meu mau-humor. A fome e a dor de dente trabalham muito contra a aceitação de certos fatos que não fazem o menor sentido na trama.

Pra começo de conversa...só eu achei que o Evaldo tava dando a maior pinta nessa cena aí em cima? Tava vendo a hora dele gritar: "
Pára de me gongar, Taís!"
Alguém também podia me explicar porque a
poderosa do funk amava esse cara feio, chato, pinguço e com pinta de boiola? E por que ela não tira aquele carrapato do nariz?

Será que ela está esperando o Daniel tomar alguma atitude?
É...porque "
Deixa que eu cuido disso" é o que a gente mais ouve ele dizer.
E não é da boca para fora não, ele faz mesmo.
Tomou todas as providências para o enterro do pudim de cana.

Deve ser muito fácil gerir o grupo Cavalcante para ele ter tanto tempo assim para cuidar da vida dos outros e até descobrir que a gêmea má e o Ivan estão transando.
Aliás...tá certo que o
Brandon-Walsh-bizarro é do mal, mas eu rolo de rir sempre que algum personagem diz, sobre ele e Taís, "
eles são amantes"
Quem ainda usa essa palavra, minha gente?
Acho que a Hermínia foi a primeira a se referir a eles desta forma.
Aliás...humilhação
plus esse negócio de ele vender
Natura e sair dizendo que dá um dinheirinho pra reforçar o salário de professora.
Ela sempre ri quando diz isso. Quando diz que Taís e Ivan são
amantes.
Ela não pára de rir. Tosco.

Finalmente, proponho que a revoltada horda de fãs do Wagner Moura acampe em frente ao escritório do Dênis Carvalho exigindo que nosso muso tire esse roupão nojento e mostre mais as cuecas maneiras que fazem a cabeça da Bebel.
Ou a coisa toda fica meio sem cabimento, né?
*
Post dedicado à Ril , que odeia que eu fale de novela e à Patry, responsável pela popularização, no Orkut, da expressão que eu usei no título, valiosíssima para quem curte discutir teledramaturgia brasileira.